quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

REFLEXO PARTIDO


Do outro lado do muro
Do outro lado do até-que-Deus-os-separe
Do outro lado da liberdade
Do outro lado do comercial
Do outro lado do prazer
Do outro lado do dono
Do outro lado do medo
Do outro lado das sombras...

Do outro lado do muro do até-que-Deus-os-separe
Do outro lado da liberdade do comercial
Do outro lado do prazer do dono
Do outro lado do medo das sombras...

Do outro lado do muro do até-que-Deus-os-separe da liberdade
Do outro lado do comercial do prazer do dono
Do outro lado do medo das sombras do muro...

A alma
espera
a hora
da gente
acordar.




O MÁGICO E OS CARNEIROS
E, como começam todas as histórias infantis, "Era uma vez…. Um mágico que gostava de criar carneiros".
E quase todos os dias o mágico reunia o rebanho, escolhia um que estivesse mais gordo e o abatia, ali, na frente dos outros, para comercializar a carne no açougue da cidade.
Os carneiros, de tanto presenciar aquelas cenas, começaram a ficar apavorados, temendo que, a cada vez que viesse o mágico para reuini-los, chegasse a sua vez. E, de tanta preocupação, começaram a perder peso.
E isso passou a preocupar o mágico, pois prejudicava seus negócios.
Homem esperto, resolveu hipnotizar os carneiros. Para um, fazia com que acreditasse ser um leão. A outro, induzia-o a acreditar ser um cavalo. Outro, que era um cachorro. E daí por diante, de forma que cada um dos carneiros ficou acreditando e pensando ser um animal diferente.
A cada vez que o mágico pegava um dos carneiros e o abatia, ali pendurado na mesma árvore, os outros não ficavam mais incomodados. Tranquilos, ficavam pensando, descansados, que tal fato jamais aconteceria com eles, pois sabiam que o mágico só pegava carneiros. E eles não eram carneiros. Eram outros bichos, mas NÃO ERAM CARNEIROS. Tinham noção de que alguma coisa de ruim estava acontecendo mas, porque se preocupar ? Fosse o que fosse, certamente não era problema deles … E seguiam suas vidas, mansamente, enquanto o rebanho ia sendo dizimado.


NOSSOS DIAS MELHORES NUNCA VIRÃO? – Arnaldo Jabor
Ando em crise, numa boa, nada de grave. Mas, ando em crise com o tempo. Que estranho "presente" é este que vivemos hoje, correndo sempre por nada, como se o tempo tivesse ficado mais rápido do que a vida, como se nossos músculos, ossos e sangue estivessem correndo atrás de um tempo mais rápido.

As utopias liberais do século 20 diziam que teríamos mais ócio, mais paz com a tecnologia. Acontece que a tecnologia não está aí para distribuir sossego, mas para incrementar competição e produtividade, não só das empresas, mas a produtividade dos humanos, dos corpos. Tudo sugere velocidade, urgência, nossa vida está sempre aquém de alguma tarefa. A tecnologia nos enfiou uma lógica produtiva de fábricas, fábricas vivas, chips, pílulas para tudo.

Temos de funcionar, não de viver. Por que tudo tão rápido? Para chegar aonde? A este mundo ridículo que nos oferecem, para morrermos na busca da ilusão narcisista de que vivemos para gozar sem parar? Mas gozar como? Nossa vida é uma ejaculação precoce. Estamos todos gozando sem fruição, um gozo sem prazer, quantitativo. Antes, tínhamos passado e futuro; agora, tudo é um "enorme presente", na expressão de Norman Mailer. E este "enorme presente" é reproduzido com perfeição técnica cada vez maior, nos fazendo boiar num tempo parado, mas incessante, num futuro que "não pára de não chegar".
Antes, tínhamos os velhos filmes em preto-e-branco, fora de foco, as fotos amareladas, que nos davam a sensação de que o passado era precário e o futuro seria luminoso. Nada. Nunca estaremos no futuro. E, sem o sentido da passagem dos dias, da sucessibilidade de momentos, de começo e fim, ficamos também sem presente, vamos perdendo a noção de nosso desejo, que fica sem sossego, sem noite e sem dia. Estamos cada vez mais em trânsito, como carros, somos celulares, somos circuitos sem pausa, e cada vez mais nossa identidade vai sendo programada. O tempo é uma invenção da produção. Não há tempo para os bichos. Se quisermos manhã, dia e noite, temos de ir morar no mato.

Há alguns anos, eu vi um documentário chamado Tigrero, do cineasta finlandês Mika Kaurismaki e do Jim Jarmusch sobre um filme que o Samuel Fuller ia fazer no Brasil, em 1951. Ele veio, na época, e filmou uma aldeia de índios no interior do Mato Grosso. A produção não rolou e, em 92, Samuel Fuller, já com 83 anos, voltou à aldeia e exibiu para os índios o material colorido de 50 anos atrás. E também registrou, hoje, os índios vendo seu passado na tela. Eles nunca tinham visto um filme e o resultado é das coisas mais lindas e assustadoras que já vi.

Eu vi os índios descobrindo o tempo. Eles se viam crianças, viam seus mortos, ainda vivos e dançando. Seus rostos viam um milagre. A partir desse momento, eles passaram a ter passado e futuro. Foram incluídos num decorrer, num "devir" que não havia. Hoje, esses índios estão em trânsito entre algo que foram e algo que nunca serão. O tempo foi uma doença que passamos para eles, como a gripe. E pior: as imagens de 50 anos é que pareciam mostrar o "presente" verdadeiro deles. Eram mais naturais, mais selvagens, mais puros naquela época. Agora, de calção e sandália, pareciam estar numa espécie de "passado" daquele presente. Algo decaiu, piorou, algo involuiu neles.
Lembrando disso, outro dia, fui atrás de velhos filmes de 8mm que meu pai rodou há 50 anos também.

Queria ver o meu passado, ver se havia ali alguma chave que explicasse meu presente hoje, que prenunciasse minha identidade ou denunciasse algo que perdi, ou que o Brasil perdeu... Em meio às imagens trêmulas, riscadas, fora de foco, vi a precariedade de minha pobre família de classe média, tentando exibir uma felicidade familiar que até existia, mas precária, constrangida; e eu ali, menino comprido feito um bambu no vento, já denotando a insegurança que até hoje me alarma. Minha crise de identidade já estava traçada. E não eram imagens de um passado bom que decaiu, como entre os índios.
Era um presente atrasado, aquém de si mesmo. A mesma impressão tive ao ver o filme famoso de Orson Welles, It's All True, em que ele mostra o carnaval carioca de 1942 - únicas imagens em cores do País nessa década. Pois bem, dava para ver, nos corpinhos dançantes do carnaval sem som, uma medíocre animação carioca, com pobres baianinhas em tímidos meneios, galãs fraquinhos imitando Clark Gable, uma falta de saúde no ar, uma fragilidade indefesa e ignorante daquele povinho iludido pelos burocratas da capital. Dava para ver ali que, como no filme de minha família, estavam aquém do presente deles, que já faltava muito naquele passado.

Vendo filmes americanos dos anos 40, não sentimos falta de nada. Com suas geladeiras brancas e telefones pretos, tudo já funcionava como hoje. O "hoje" deles é apenas uma decorrência contínua daqueles anos. Mudaram as formas, o corte das roupas, mas eles, no passado, estavam à altura de sua época. A Depressão econômica tinha passado, como um grande trauma, e não aparecia como o nosso subdesenvolvimento endêmico. Para os americanos, o passado estava de acordo com sua época. Em 42, éramos carentes de alguma coisa que não percebíamos. Olhando nosso passado é que vemos como somos atrasados no presente. Nos filmes brasileiros antigos, parece que todos morreram sem conhecer seus melhores dias.

E nós, hoje, nesta infernal transição entre o atraso e uma modernização que não chega nunca? Quando o Brasil vai crescer? Quando cairão afinal os "juros" da vida? Chego a ter inveja das multidões pobres do Islã: aboliram o tempo e vivem na eternidade de seu atraso. Aqui, sem futuro, vivemos nessa ansiedade individualista medíocre, nesse narcisismo brega que nos assola na moda, no amor, no sexo, nessa fome de aparecer para existir. Nosso atraso cria a utopia de que, um dia, chegaremos a algo definitivo. Mas, ser subdesenvolvido não é "não ter futuro"; é nunca estar no presente.


SEJA UM IDIOTA – Arnaldo Jabor

A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.

Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.

Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

ESTAMOS COM FOME DE AMOR – Arnaldo Jabor

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão". Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.

Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance", incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos Orkut, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!".

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.

Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.

Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.

Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".

Antes idiota que infeliz!

FRASES E PENSAMENTOS SOBRE TRABALHO

“Na Revolução Industrial, o capital se apoderou da força de trabalho. Hoje, com a revolução dos meios de comunicação, as classes dominantes estão se apropriando do campo simbólico do homem. Quem vai contabilizar o prejuízo nesta relação custo e benefício?” José Carlos Guedes

“O Mestre na arte da vida faz pouca distinção entre seu trabalho e seu lazer, entre sua educação e sua recreação. Ele deixa para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo”. Provérbio Zen

“Se lhe pedirem para ser um varredor de ruas, varra as ruas como Michelangelo pintava, como Beethoven compunha, ou como Shakespeare escrevia. Varra as ruas tão bem, que todos os anjos do céu e da terra façam uma pausa para dizer: ‘Aqui viveu um grande varredor de ruas que fazia bem o seu trabalho’.” M. L. King, Jr

“Pago mais pela capacidade de lidar com as pessoas do que por qualquer outro talento na face da terra”. John D. Rockefeller

“Trabalho é uma descoberta pessoal. Não é o pote que estamos moldando, mas sim a nós mesmos”. M. C. Richards

"A máquina pode substituir cem pessoas comuns. Nenhuma pode substituir uma pessoa criativa." Elbert Hubbard

“Leve as pessoas, mas deixe minhas fábricas e logo a grama crescerá no chão dessas fábricas. Leve minhas fábricas, mas deixe as pessoas e logo teremos uma fábrica nova e melhor.” Andrew Carnegie

"Se voce quer um ano de prosperidade, cultive trigo. se voce quer dez anos de prosperidade, cultive árvores. se voce quer cem anos de prosperidade, cultive pessoas." Lair Ribeiro

"Trabalhando arduamente oito horas por dia, voce poderá se tornar um chefe e trabalhar doze horas por dia." Robert Frost

"A imaginação é mais importante que o conhecimento." Einstein

"Não gosto de quem é eficiente demais. É provável que não seja o suficiente humano." Félix Frankfurter

"Não existe uma fórmula para o sucesso. Mas para o fracasso há uma infalível: tentar agradar a todo mundo." Hebert Bayard

“Use seu trabalho para mostrar a voce mesmo quem voce é”. Paulo Coelho

“Todo mundo tem talento. O difícil é ter coragem para seguir o talento até o lugar escuro para onde ele leva”. Erica Jong

“Precisamos parar de ver o mundo simplesmente como um meio de ganhar a vida e começar a perceber que esse é um dos ingredientes fundamentais para se criar a vida”. Luci Swindoll.

“Só o amor ao que fazemos transforma a escravidão em liberdade”. Paulo Coelho

“Só tem sucesso no que faz quem se diverte ao fazê-lo”. La Rochefoucauld

“Quando estou trabalhando num problema, nunca penso em beleza. Penso apenas em resolver o problema. Mas quando acabei, se a solução não é bonita, sei que ela está errada”. R. B. Fuller

“Escolha um trabalho que você ame e não terá de trabalhar um único dia em sua vida”. Confúcio

“O trabalho em equipe, em qualquer dimensão, tem efeitos geométricos”. Flavio Polesi

“As pessoas esquecerão quão rápido você fez um trabalho, mas sempre lembrarão quão bem você o fez.” Howard Newton

“Emprego é o que nós fazemos por dinheiro; trabalho é o que nós fazemos por amor”. Marysarah Quinn

“Encontra a felicidade no seu trabalho ou nunca será feliz.” Cristóvão Colombo

“O seu trabalho não é a pena que você paga por ser homem, mas um modo de amar e de ajudar o mundo a ser melhor.” Thiago de Melo

FRASES E PENSAMENTOS SOBRE EDUCAÇÃO

Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusem a aprender, reaprender e voltar a aprender". Alvin Toffler
"Não confunda jamais conhecimento com sabedoria. Um o ajuda a ganhar a vida; o outro a construir uma vida". Sandra Carey

É fundamental que o estudante adquira uma compreensão e uma percepção nítida dos valores. Tem de aprender a ter um sentido bem definido do belo e do moralmente bom." Albert Einstein

"Não há democracia sem a convivência com o diferente. Sem tolerância não é possível a democracia". Paulo Freire

"Necessário é que se reformem as instituições humanas que excitam o egoísmo e o mantêm vivo. Isso depende da educação. Não da educação que faz homens instruídos, mas daquela que forma homens de bem". Allan Kardec

"Os educadores que impõem sua autoridade são aqueles que têm receio das suas próprias fragilidades. Para que se tenha êxito na educação, é preciso considerar que o diálogo é uma ferramenta educacional insubstituível". Augusto Cury, escritor

“Competência para servir à humanidade deveria ser, sem dúvida, o grande objetivo e resultado de todos os estudos." Benjamin Franklin

“Um mapa-múndi que não inclua a utopia, não é digno de consulta, pois deixa de fora as terras a que a Humanidade está sempre conquistando. Oscar Wilde

“Estamos ainda muito longe de saber qual a melhor maneira de regulamentar o funcionamento de uma sociedade. Mas já se acumulou bom acervo de lições sobre o que não deve ser feito”. Mario Henrique Simonsen

“Nós acreditamos firmemente que terapia é muito mais educação do que cura; ela é mais crescimento que tratamento”. Arnold Lazarus & Alan Fay

“Uma das idéias em que os intelectuais não gostam de pensar é que o saber não separa apenas 'sábios' e 'ignorantes', mas funda um sistema de dominação e hierarquização”. Leôncio Martins Rodrigues

"Você não pode ensinar nada a um homem; você pode apenas ajudá-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo". Galileo Galilei

“O que o mestre é, vale mais que os seus ensinamentos". Karl Menninger

"Aquilo que você mais sabe ensinar, é o que você mais precisa aprender..." Richard Bach

"As horas em que mais errei foram as que mais me ensinaram". Moraes Moreira

"É mais fácil escrever dez compêndios de filosofia do que aplicar um único princípio na prática." Leon Tolstoi

“Enquanto as pessoas inteligentes conseguem frequentemente simplificar o que é complexo, um tolo tem mais tendência a complicar aquilo que é simples”. – Gerald W. Gurmet

“Eu escuto e esqueço. Eu vejo e me lembro. Eu faço e entendo". Confúcio

“O grande defeito dos educadores é jamais se recordarem de que também foram crianças”. – Jacques de Lacretelle

“Talvez o maior benefício que nossas escolas poderiam propiciar seria ajudar as crianças a identificar seus pontos fortes”. – Laurie Beth Jones

“Se podes dar uma só coisa a teu filho, que seja o entusiasmo”. Bruce Barton.

"Eu não posso ensinar nada a ninguém, eu só posso fazê-lo pensar." Sócrates



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